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Temporariamente Fechado

09/04/2011

Salve, Nação Alvinegra.

Devido a motivos pessoais, não estou com tempo para manter este blog com a periodicidade e a qualidade que nosso Santos merece. Este blog é um hobby que não me traz nenhum retorno financeiro. Por isso mesmo, tenho que dar prioridade à minha vida profissional. Mas estarei semanalmente com a coluna Caneladas Históricas lá no Blog Canelada, escrevendo sobre a história do futebol. Também estou no Twitter – basta me seguir no @tiagobuckowsky.

Mas este não é um post de adeus. Apenas um até logo. Voltarei a escrever sobre o Peixe quando tiver mais tempo.

Enquanto isso, acompanhem a Coluna do Santos no Canelada.

PRA CIMA DELES, SANTOS !

Abraços !

A volta do Maestro e uma análise do Colo-Colo

16/03/2011

Geralmente um torcedor de futebol espera ansioso pelo início da partida de seu time. Entretanto, na partida entre Santos X Botafogo-RP, pela primeira vez na vida minha expectativa estava guardada para o início do segundo tempo. Não era pra menos. Esperei seis meses para rever a genialidade de Paulo Henrique Ganso e seu mágico futebol.

No primeiro tempo, Diogo usou a 10 e apresentou um futebol execrável, indigno da gloriosa camisa que o vestia. Errava passes simples e demonstrava não saber jogar quando não tem a bola. Aliás, o time inteiro estava errando bolas fáceis. Pará conseguiu furar uma bola que estava sob seu domínio. Apesar de dominar o jogo, o Santos não oferecia perigo ao adversário.

Mal acostumada, a torcida alvinegra gritava o nome do craque. Faltava futebol naquela noite. Após o intervalo, o segundo tempo foi totalmente diferente do primeiro, com Paulo Henrique regendo a orquestra do Peixão. Bastou pegar na bola em sua primeira jogada ofensiva para o gênio achar um espaço no campo em que a bola pudesse correr livre, para que Zé Eduardo fosse de encontro a ela para dominá-la na linha de fundo e tocá-la para trás, para conclusão e gol de Elano. Já disse aqui uma vez que “um passe de Ganso não é apenas um passe – é uma dádiva, uma oferenda onde a bola se torna o presente tão esperado por quem a recebe”. Bastou um toque do Gênio para que o jogo fosse resolvido. Ganso fez em 40 segundos mais do que muito jogador deve ter feito em toda carreira.

O craque ainda foi abençoado com seu gol na reestréia – Pará faz um passe no estilo de Ganso ao notar a ótima e rápida passagem de Zé Eduardo pela direita. O camisa nove bate cruzado para a pequena área e Ganso, com seu genial pé esquerdo, empurra pro gol.

A bela reestréia do craque, com direito a dribles, caneta e passe de calcanhar, faz com que o ânimo do torcedor Santista seja reerguido para o importante compromisso que o Peixe tem diante do Colo-Colo, no Chile. Só a vitória nos interessa nesta que é a partida que define nosso futuro na Copa Libertadores. Bem vindo de volta ao time, Menino Gênio. Que os Chilenos fiquem encantados com seu futebol.

POR FALAR NOS CHILENOS

Assisti à vitória fora de casa do Colo-Colo sobre o Deportivo Táchira por 4×2. O que pude notar é que o Peixe não terá vida fácil no Chile, já que os chilenos conquistaram a vitória ao utilizar-se do esquema 4-5-1, com duas linhas de quatro, bem defensivas, um homem de armação e um atacante (na verdade, o esquema é 4-4-1-1).

Na Partida contra o Táchira, o Colo-Colo mostrou-se muito organizado, com as duas linhas defensivas atuando próximas e recuadas. A defesa postando-se à frente da própria área e o meio-campo na intermediária fizeram do time chileno uma equipe bastante compactada dentro de campo, ocupando bem os espaços e fazendo uma forte marcação por zona.  Achei interessante a marcação feita com pressão sobre a posse de bola do oponente – o marcador só combate aquele adversário que invadir sua zona de ação com a bola. Dessa forma, as linhas ficam uniformes e organizadas. Este modelo de marcação mantém um jogador no combate e outro sempre na sua cobertura. Qualquer erro de passe bobo pode armar um contra ataque mortal e pegar nossa defesa desprovida de recursos para um desarme.

No entanto, como o Colo-Colo joga em casa, é provável que tenha uma postura mais agressiva. Mas não acredito nesta hipótese. Penso que o time chileno vai recuar e compactar as linhas defensivas, oferecendo campo ao Peixe. Temos que tomar cuidado com essa armadilha chilena que visa atrair o adversário. A intenção deles é provocar nossos erros quando estivermos buscando espaços para poder nos agredir com velocidade no contra-ataque.

Não será fácil. Mas acredito nos nossos atletas. Principalmente por causa da volta do nosso Maestro.

PRA CIMA DELES, SANTOS !

A volta da Alegria

12/03/2011

Neymar tem um gosto duvidoso quando o assunto é música. Diria até que a qualidade musical do que toca em seu ipod é inversamente proporcional à genialidade de seu futebol. No vestiário do Santos, o jovem atleta deve animar os companheiros com os hits do verão como “Minha Mulher Não Deixa Não” ou “Foge, Mulher Maravilha”.

Eu, que não sou boleiro, não agüentaria trinta segundos ouvindo isso. Entretanto, o Peixe não precisa de um crítico com critérios de avaliação em conceito musical. Neymar pode ouvir a porcaria que ele quiser desde que jogue bola. Esta é a questão. É justamente o fato de poder ouvir músicas no vestiário que faz com que a alegria, que andava um pouco ausente, volte a reinar no time da Vila Belmiro.

Após vencer a partida contra Lusa, com um espetáculo à parte de Neymar, Léo foi categórico ao declarar que a alegria havia voltado ao time do Santos:

– “A gente brincava muito e, de repente, isso acabou. Agora, o inferno da garotada voltou. E, de repente, as coisas aconteceram. Não sei explicar, mas o clima estava diferente”.

Marcelo Martelotte, técnico interino, também notou certa mudança no humor do time. Na entrevista coletiva que deu após o jogo, Martelotte lembrou que, pela primeira vez em muito tempo, houve música em alto e bom som no ônibus que levou a equipe do CT Rei Pelé à Vila Belmiro:

– “O que vimos foi que houve música novamente, algo que víamos no ano passado. O Neymar e o Zé Eduardo, junto com os outros garotos, estão sempre inventando alguma coisa diferente, alguma brincadeira. Isso faz bem”.

Seja ou não uma coincidência, o fato é que a alegria voltou ao time e o bom futebol se restabeleceu. Se a música de péssima qualidade faz com que o Peixe jogue aquele futebol vistoso que tanto nos encantou no ano passado, que a diretoria contrate o Parangolé para fazer a preleção. E manda chamar o Latino pra ser técnico dessa molecada. Quem sabe rola uma “Festa no Apê” depois de cada vitória.

Eu, que tenho critérios para definir o que entra pelos meus ouvidos, selecionei “Alegria”, de Cartola, para retratar essa nova fase do time do Santos:

COM ALEGRIA – PRA CIMA DELES, SANTOS !

Apesar do empate eu tenho esperanças…

03/03/2011

Depois do empate do Santos em 1×1 contra o Cerro Porteño, em uma Vila Belmiro um pouco esvaziada devido ao preço salgado do ingresso, tive a certeza de que o Santos acertou em ter rescindido com Adilson Batista.

O que vimos em campo foi um Santos com vontade de vencer. Não havia bola perdida para os jogadores. Entretanto, na primeira partida após a saída de Adilson Batista é evidente, pelo posicionamento dos jogadores em campo, que seu legado não é dos melhores.

Qualquer Zé Mané que entende um pouco de futebol pôde verificar que o time do Santos estava sendo mal treinado. Apesar de uma melhora significativa no volume ofensivo, ainda temos os mesmos problemas – falta de aproximação dos volantes com os meias e desentrosamento no sistema de marcação, com os atletas não sabendo se dão o bote no adversário ou se ficam na sobra. Reparem bem no lance do pênalti cometido por Edu Dracena – o zagueiro derruba o adversário na área por ser obrigado a sair de sua posição e dar um bote onde deveria haver a cobertura de um volante. Mas nem tudo está perdido.

Apesar do gosto amargo, já que o time deixou a vitória escapar no finalzinho do jogo, vejo com bons olhos a atuação de ontem. Antes de tudo, quero deixar claro que não enlouqueci e que em nada me agradou o jogo contra o Cerro. Mas temos que pensar com frieza neste momento.

Não é do dia para a noite que um apanhado de jogadores, por melhores que sejam, se transformam em um time entrosado e arrumado. Isto se faz com muito treinamento e dedicação. Como mencionei acima, o técnico recém demitido não conseguiu fazer com que este elenco se transformasse em um time de futebol. O que foi apresentado pelo Santos na Vila Belmiro está longe de ser o ideal, mas mostra claramente que este time pode e deve evoluir bastante.

Não vamos apedrejar Edu Dracena pelo pênalti cometido. Lembremos que Zé Eduardo, Jonathan e Neymar, no momento de colocar a bola pra dentro do gol, foram dignos de receber o famoso “Troféu Mustela” – prêmio oferecido pelo Fantástico, nas noites domingueiras, aos jogadores que dão aquela furada bonita no momento de finalizar um chute. Seriam três gols que, fossem marcados, fariam com que a crítica aplaudisse de pé a bela atuação do time da Vila Belmiro no segundo tempo. Pois se a permanência de um técnico depende de resultados, o discurso da crítica que se auto postula como especializada também se baseia neste fator.

Ao contrário do meu amigo Pandão, que ficou bem desanimado após a partida, e de meu amigo Anderson, que parece estar puto, e com razão, eu tenho esperanças. É óbvio que dormi de cabeça quente após o empate. Mas pude notar que o trabalho de fazer com que esse elenco jogue bola não é tarefa das mais complicadas. Bastou algumas modificações de Marcelo Martelotte para uma melhora no rendimento da equipe.

Por exemplo – com Adilson Batista, Neymar jogava centralizado, muitas vezes de costas para o gol adversário. Martelotte colocou o Menino onde ele sabe jogar, aberto pela esquerda. Adilson fazia com que Elano atuasse na meia, caindo pela esquerda. Bastou mudar o lado do campo para Elano fazer o que sabe. Diogo jogava como atacante sob comando do Professor Pardal. Fazendo-o atuar pela meia, com Neymar de um lado e Elano do outro, Martelotte fez com que a armação das jogadas fosse distribuída pelos dois lados do gramado, aumentando as possibilidades e as alternativas na criação das jogadas. Adilson não foi capaz de entender que meias razoáveis precisam de um companheiro de criação. Somente um Paulo Henrique Ganso é capaz de dar de dominar este setor sem companhia.

Podemos até questionar algumas alterações feitas pelo interino durante a partida. No entanto, não houve invenções em suas aplicações táticas. A grande diferença é que Adilson não sabia encaixar as peças corretas neste quebra-cabeça. Martelotte soube aproveitar melhor as características de seus comandados e deu um desenho mais ofensivo ao time do Santos.

O momento, caros alvinegros, é de apoio absoluto ao time e a quem quer que venha comandá-lo, pois temos de onde tirar qualidade. Basta que o próximo treinador tenha em mente as palavras que Dorival Júnior seguiu à risca e que um sábio padeiro estampou na frente de seu estabelecimento:

MUITO FAZ QUEM NÃO ESTORVA!

 

Santos deixa comissão para negociar direitos de TV individualmente

02/03/2011

O Santos Futebol Clube anuciou que abre mão da intermediação do Clube dos 13 para negociar individualmente os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro para o triênio 2012-2014.

Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, com a decisão, deixa a comissão de negociação do C-13.

Confira a íntegra da nota:

O Santos FC vem a público informar que diante das modificações ocorridas na negociação sobre os direitos de transmissão televisiva do Campeonato Brasileiro, em função da impossibilidade de negociação em bloco e da ausência de uma das emissoras, que formalmente declinou da participação, as premissas da concorrência foram claramente alteradas e já não faz sentido a sua implantação.

Por esta razão, o Santos FC pede afastamento da Comissão de Negociação do Clube dos Treze e informa que vai negociar seus direitos individualmente”.

Santos enfrenta o Cerro Porteño após demissão de Adilson

28/02/2011

Depois do fiasco da estréia contra o Deportivo Táchira, o Peixe joga novamente pela Copa Libertadores na próxima quarta-feira, na Vila Belmiro. O adversário da vez é o Cerro Porteño, do Paraguai, e a novidade é que o Santos não terá o comando técnico de Adilson Batista.

O técnico santista foi demitido após o péssimo retrospecto do time nas últimas partidas. Nos últimos seis jogos, o Peixe empatou quatro vezes, perdeu o clássico contra o Corinthians e ganhou do Noroeste. Veja o retrospecto:

>)))º> Santos 1×1 São Bernardo – 10ª rodada – Campeonato Paulista
>)))º> Corinthians 3×1 Santos – 9ª rodada – Campeonato Paulista
>)))º> D. Táchira 0×0 Santos – 1ª rodada – Fase de grupos – Copa Libertadores da América
>)))º>Santos 2×0 Noroeste – 8ª rodada – Campeonato Paulista
>)))º> Santo André 1×1 Santos – 7ª rodada – Campeonato Paulista
>)))º> Ponte Preta 2×2 Santos – 6ª rodada – Campeonato Paulista

Com Adilson no comando, o Santos perdeu apenas uma partida. Entretanto, a coleção de empates em péssimas atuações deixa o torcedor desconfiado. Não é possível conquistar a América jogando essa bolinha.

Os principais erros de Adilson nos últimos jogos podem claramente ser apontados:

Em primeiro lugar, o treinador não tem escalado bem o time. Jogadores que tem feito gols e desequilibrado partidas andam esquentando o banco de reservas, enquanto outros que nada fizeram são titulares.

Como explicar Robson vestindo a sagrada camisa 10 em um time que tem Alan Patrick e Felipe Anderson? Por que é que Maikon Leite (6 gols) e Zé Eduardo (4 gols), são preteridos por Diogo, que até agora nada fez com a camisa do Peixe?

Outro motivo da saída do técnico é a falta de ousadia nas modificações durante uma partida. Na última, contra o São Bernardo, o Santos tinha domínio das ações e o adversário pouco oferecia de perigo. Adilson poderia muito bem retirar um dos volantes e promover a entrada de um terceiro atacante. No entanto, o técnico resolveu fazer a velha troca do “seis por meia dúzia” – tirava um lateral pra colocar outro; tirava um atacante pra colocar outro. O time precisando de uma mudança tática e as substituições não surtiam efeito. A impressão é a de que Adilson tem em sua essência um medo de perder maior do que a vontade de ganhar.

O terceiro motivo que aponto aqui para a saída de Adilson Batista é a impressão de que o time está mal treinado. A defesa é desorganizada e os jogadores parecem não saber suas funções. Perdidos, os homens do sistema defensivo não sabem se dão o bote ou ficam na cobertura. No meio de campo, falta movimentação para facilitar a aproximação entre volantes, meias e atacantes. Os laterais se lançam simultaneamente ao ataque, deixando uma avenida aberta para o contra-ataque adversário. Estes defeitos apontados aqui são erros corrigidos facilmente em treino de posicionamento. São lições básicas do futebol moderno.

Alguns dirão que a decisão de demitir Adilson foi precipitada, já que não é bom o cenário de técnicos disponíveis no mercado atual. Meu pensamento é o de que a diretoria acertou. Não podemos deixar escapar uma Libertadores para dar chances a um treinador que mostra, a cada jogo, que seu trabalho não está rendendo o que dele era esperado.

ADVERSÁRIO DA LIBERTADORES

O Cerro Porteño fez uma bela estréia na Libertadores, ao golear o Colo-Colo do Chile pelo placar de 5×2.

Para a disputa da temporada 2011, o time paraguaio manteve a base do ano passado e trouxe alguns reforços, como o lateral Formica, o volante Fabbro e o atacante Lucero. Este último pode não jogar a partida disputada na Vila Belmiro por uma desavença com o técnico Blas Cristaldo, que tem colocado o atacante fora de sua posição. (Fonte: Última Hora)

O técnico Marcelo Martelotte, que ocupa interinamente o comando técnico do Peixe, terá de se preocupar com o meia Luis Cáceres, 22 anos, homem de criação do Cerro, além do atacante argentino Roberto Nanni, goleador habilidoso. O jovem atacante Iturbe, no banco de reservas, pode entrar no segundo tempo e aplicar uma correria pra cima de nossos zagueiros.

PRA CIMA DELES, SANTOS !

Peixe Triste

27/02/2011


Alguns minutos após o apito inicial, minhas esperanças de ver um Santos aguerrido e ofensivo foram alimentadas por um toque de bola rápido e envolvente, além de algumas chances perdidas de gol. O Santos voltava a ser o Santos e ia pra cima do adversário. Adilson Batista colocou em campo o time que a torcida vinha cobrando, com Felipe Anderson ao lado de Elano na armação das jogadas e com a dupla de ataque Neymar e Zé Eduardo.

O bom futebol do Peixe obrigou o goleiro Marcelo Pitol a fazer três boas defesas nos primeiros sete minutos de jogo. Neste ritmo, uma goleada era o esperado por aqueles que foram à Vila Belmiro.

Mas foi isso – apenas sete minutos de bom futebol e uma jogada individual de Neymar que resultou no pênalti convertido por Elano. De resto, ficou a decepção de mais uma partida em que o Peixe poderia ter ganho, mas ficou só no empate contra o fraco São Bernardo.

Dessa vez, Adilson fez o simples e não tentou inventar nada na escalação. Mas quando precisou do banco, não fez as melhores opções.

O Peixe foi escalado da seguinte maneira: Rafael; Jonathan, Bruno Rodrigo, Durval e Leo; Adriano, Danilo, Elano e Felipe Anderson; Neymar e Zé Eduardo.

Concordo com a primeira alteração de Adilson, feita no início da segunda etapa. Felipe Anderson, apesar de ser muito habilidoso, estava afobado e errando o último passe. Alan Patrick foi uma boa opção, pois poderia acertar as assistências e deixar o time mais incisivo.

As outras substituições foram Jonathan por Pará e Zé Eduardo por Maikon Leite.

Calma lá ! Quando o time precisa de uma mudança tática, para que possa ter alternativas de atingir o gol adversário, o cara me troca seis por meia dúzia?

O São Bernardo pouco agredia e fez o gol de empate em uma jogada de contra-ataque. Por que não tirar um dos volantes e colocar Maikon Leite, jogando com três homens lá na frente ? Quando tirou Jonathan, Danilo poderia ser deslocado para a direita para a entrada de um terceiro atacante. Mas Pará foi a opção.

Nos últimos jogos, vejo que o Peixe está com uma característica que nunca foi do nosso feitio. O medo de perder parece ser maior do que a vontade de ganhar. Não vejo mais os jogadores vibrando com as jogadas. Este comportamento está minando a confiança do time.

Solução? Ou Adilson dá uma injeção de ânimo em nossos atletas, ou estaremos testemunhando um grande desperdício na história do clube. Pois um time com este elenco era pra estar produzindo muito mais.